Umbanda
"Sete Linhas de Luz"
Verso 1 (A Origem):
"Zélio no terreiro abriu a cortina,
Em 1908, a Umbanda iluminou a colina.
Caboclo das Sete Encruzilhadas falou,
«Viemos de Aruanda pra ajudar e ensinar».
Do Candomblé a força, do Kardec a luz,
Na missão de curar, sem orgulho ou cruz.
Índio, preto-velho e criança a sorrir,
Sete linhas de amor pra o mundo existir!"
Refrão:
"Salve a Umbanda! Ê, saravá!
Na palma da guia, o bem se guiará.
Salve a Umbanda! Ê, saravá!
Caridade é lei, e a lei é irmandade de paz!"
Verso 2 (As Entidades):
"Preto Velho na cura, fumaça de cachimbo,
«Vem, meu filho, senta aqui... Conta seu caminho».
Caboclo pena verde, arco e flecha em ação,
Erveiro da mata, traz a proteção.
Baiana no girar, Iansã na ventania,
Criança na alegria, coração que contagia.
Exu guarda a porta, não é vilão, é mensageiro,
Pomba-Gira desfaz a mágoa do terreiro."
Ponte (Os Pilares):
"Fé, humildade e respeito aos mais velhos,
Ninguém é dono da verdade, somos todos espelhos.
Ervas no amaci, água na quartinha,
Quem dá luz ao próximo não caminha sozinha."
Verso 3 (A Filosofia):
"Na corrente branca, o médium é canal,
Não pra se exaltar, mas pra servir como igual.
O mal que você faz, o karma vai girar,
A Umbanda ensina: «Antes de julgar, vá amar».
Ogum na batalha, Oxóssi na mata cerrada,
Oxum na cachoeira lava a alma cansada.
Xangô na justiça, Iemanjá na maré,
Sete Orixás regem as sete linhas de fé!"
Verso 4 (Resistência e Presente):
"Já queimaram nossa imagem, falaram que é ilusão,
Mas a Umbanda é raiz, não teme a opressão.
Hoje na periferia, no centro, no sertão,
Tenda abre as portas pra qualquer coração.
Do trabalho na calunga ao passe de clemência,
A Umbanda é Brasil, é África, é consciência.
Nas redes, nos livros, no grito do gueto,
Zélio vive no axé de quem faz o bem em segredo!"
Refrão Final:
"Salve a Umbanda! Ê, saravá!
Na palma da guia, o bem se guiará.
Salve a Umbanda! Ê, saravá!
Quem tem firmeza de propósito nunca vai chorar!"
(Outro: Coro de vozes suaves cantando um ponto clásico: "Chegou, chegou, a corrente de Oxalá!")
Verso 1 (A Origem):
"Zélio no terreiro abriu a cortina,
Em 1908, a Umbanda iluminou a colina.
Caboclo das Sete Encruzilhadas falou,
«Viemos de Aruanda pra ajudar e ensinar».
Do Candomblé a força, do Kardec a luz,
Na missão de curar, sem orgulho ou cruz.
Índio, preto-velho e criança a sorrir,
Sete linhas de amor pra o mundo existir!"
Refrão:
"Salve a Umbanda! Ê, saravá!
Na palma da guia, o bem se guiará.
Salve a Umbanda! Ê, saravá!
Caridade é lei, e a lei é irmandade de paz!"
Verso 2 (As Entidades):
"Preto Velho na cura, fumaça de cachimbo,
«Vem, meu filho, senta aqui... Conta seu caminho».
Caboclo pena verde, arco e flecha em ação,
Erveiro da mata, traz a proteção.
Baiana no girar, Iansã na ventania,
Criança na alegria, coração que contagia.
Exu guarda a porta, não é vilão, é mensageiro,
Pomba-Gira desfaz a mágoa do terreiro."
Ponte (Os Pilares):
"Fé, humildade e respeito aos mais velhos,
Ninguém é dono da verdade, somos todos espelhos.
Ervas no amaci, água na quartinha,
Quem dá luz ao próximo não caminha sozinha."
Verso 3 (A Filosofia):
"Na corrente branca, o médium é canal,
Não pra se exaltar, mas pra servir como igual.
O mal que você faz, o karma vai girar,
A Umbanda ensina: «Antes de julgar, vá amar».
Ogum na batalha, Oxóssi na mata cerrada,
Oxum na cachoeira lava a alma cansada.
Xangô na justiça, Iemanjá na maré,
Sete Orixás regem as sete linhas de fé!"
Verso 4 (Resistência e Presente):
"Já queimaram nossa imagem, falaram que é ilusão,
Mas a Umbanda é raiz, não teme a opressão.
Hoje na periferia, no centro, no sertão,
Tenda abre as portas pra qualquer coração.
Do trabalho na calunga ao passe de clemência,
A Umbanda é Brasil, é África, é consciência.
Nas redes, nos livros, no grito do gueto,
Zélio vive no axé de quem faz o bem em segredo!"
Refrão Final:
"Salve a Umbanda! Ê, saravá!
Na palma da guia, o bem se guiará.
Salve a Umbanda! Ê, saravá!
Quem tem firmeza de propósito nunca vai chorar!"
(Outro: Coro de vozes suaves cantando um ponto clásico: "Chegou, chegou, a corrente de Oxalá!")