Tereza de Benguela
Introdução:
Tereza de Benguela
"No coração do Mato Grosso do século XVIII, onde a opressão colonial tentou silenciar os povos negros e indígenas, surgiu uma líder que desafiou o poder escravista e escreveu seu nome na história com coragem e sabedoria: Tereza de Benguela. Após a morte de seu companheiro, José Piolho, Tereza assumiu o comando do Quilombo do Quariterê, transformando-o não apenas em um refúgio, mas em um verdadeiro Estado livre, onde a justiça, a agricultura sustentável e a igualdade eram pilares.
Sob sua liderança, o quilombo resistiu por décadas, desafiando o Império Português com estratégias inovadoras: um parlamento democrático, uma economia autônoma e alianças com povos indígenas. Tereza não governou com espadas, mas com a força da comunidade e a inteligência coletiva.
Hoje, seu nome ressoa além dos livros de história. No dia 25 de julho, Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, o Brasil homenageia essa rainha quilombola e todas as mulheres que, como ela, lutam contra o racismo, o sexismo e a injustiça social. Seu legado vive nas mulheres negras que lideram movimentos, ocupam espaços de poder e semeiam esperança nas periferias.
«Enquanto uma mulher negra resistir, Quariterê nunca cairá!»
Nesta página, você descobrirá sua história, ouvirá sua voz nas rimas da resistência e se inspirará para continuar sua luta. Porque Tereza não é passado: é presente, é futuro, é raiz."
"No coração do Mato Grosso do século XVIII, onde a opressão colonial tentou silenciar os povos negros e indígenas, surgiu uma líder que desafiou o poder escravista e escreveu seu nome na história com coragem e sabedoria: Tereza de Benguela. Após a morte de seu companheiro, José Piolho, Tereza assumiu o comando do Quilombo do Quariterê, transformando-o não apenas em um refúgio, mas em um verdadeiro Estado livre, onde a justiça, a agricultura sustentável e a igualdade eram pilares.
Sob sua liderança, o quilombo resistiu por décadas, desafiando o Império Português com estratégias inovadoras: um parlamento democrático, uma economia autônoma e alianças com povos indígenas. Tereza não governou com espadas, mas com a força da comunidade e a inteligência coletiva.
Hoje, seu nome ressoa além dos livros de história. No dia 25 de julho, Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, o Brasil homenageia essa rainha quilombola e todas as mulheres que, como ela, lutam contra o racismo, o sexismo e a injustiça social. Seu legado vive nas mulheres negras que lideram movimentos, ocupam espaços de poder e semeiam esperança nas periferias.
«Enquanto uma mulher negra resistir, Quariterê nunca cairá!»
Nesta página, você descobrirá sua história, ouvirá sua voz nas rimas da resistência e se inspirará para continuar sua luta. Porque Tereza não é passado: é presente, é futuro, é raiz."