Joana Angélica
🎵 Título: Porta da Liberdade (Joana Angélica)
(Verso 1)
No silêncio da Lapa ela rezava
Quando o som dos passos ecoou
Com a cruz no peito e a alma firme
Joana foi quem não recuou
(Verso 2)
Não trazia espada, nem escudo
Só palavras, fé e compaixão
Mas enfrentou com rosto descoberto
O império que invadia o chão
(Ponte)
Era mulher, era freira, era povo
Na porta sagrada ela se pôs
Foi baioneta, foi sangue no claustro
Foi Bahia que disse: “Não somos vós!”
(Refrão)
Joana Angélica, flor da coragem
Caiu de pé na imagem da fé
Porta da Liberdade aberta ficou
Seu nome é memória que nunca morreu
(Verso 3)
As irmãs choraram em silêncio
Mas o povo fez dela um clarim
E até hoje quando o tambor bate
Seu grito ecoa dentro de mim
(Refrão)
Joana Angélica, flor da coragem
Caiu de pé na imagem da fé
Porta da Liberdade aberta ficou
Seu nome é memória que nunca morreu
(Refrão final)
Do convento ao Pelô, sua história voou
Na Bahia valente que não se calou
Joana Angélica, mártir do amor
Na fé do seu povo, sua voz não calou